“Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas.” (Apocalipse 22:14)....Jesus, é bom lembrar, do céu desceu;
Falou do céu e a muitos consolou;
Voltou a Deus e o céu o recebeu;
Do céu virá com a igreja que salvou.
E foi a João que Cristo revelou
O céu dos céus com grande inspiração,
Mostrando-lhes as moradas do Senhor,
O lugar da ditosa habitação.
De um grande e alto monte contemplou
A cidade bendita a cintilar
Como pedra de jaspe em seu fulgor,
A glória do Eterno a proclamar.
Um trono viu primeiro ao adentrar
A gloriosa cidade do Senhor;
Alguém, envolto em luz estava lá,
Reinando em glória e verdadeiro amor.
Viu, também, ruas de ouro transparente,
Um mar de vidro – límpido cristal;
Portões de lindas pérolas reluzentes,
Dando acesso à Cidade Celestial.
Canções de anjos imortais ouviu;
Palavras inefáveis escutou,
Num santo enlevo que jamais sentiu
- Ondas celestes de mui puro amor provou.
Um rio viu de águas cristalinas,
Defluindo do trono do Senhor,
Que, se arrojando a regiões infindas,
Hosanas inspirava ao Criador.
Agora emerge um quadro encantador
Que, em meu poema, tento descrever.
Fala de paz, de santo e vero amor
E faz o coração se enternecer:
Jesus conduz o povo triunfante
Pelas margens do rio puro e lindo,
Às fontes de águas vivas transbordantes
Que, bem de sob o trono, vão saindo.
E logo eis que surge imponente,
Do Rio da Vida, às margens de esplendor,
A Árvore da Vida, airosa e viridente,
Árvore altaneira que meu Deus plantou.
E grande voz do céu se faz ouvir,
A proclamar o fim da maldição:
“Pavor e morte não se encontram aqui!
Como no mundo aí!
Lágrimas, dor e pranto cessarão.”
Erguem-se, agora, vozes de louvor
Ao Cordeiro de Deus – o Rei Jesus.
Milhões de anjos cantam com fervor:
“Mui digno é Aquele que morreu na cruz!”
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